Casais apaixonantes da ficção
No Dia dos Namorados, relembre histórias de amor arrebatadoras (Imagem: Divulgação – Reprodução – Globo / Montagem – RD1)

Ah, o amor é lindo. Nesta sexta-feira, 12 de junho, é celebrado o Dia dos Namorados no Brasil. Para fazer jus a esse clima romântico, esse colunista faz um convite aos leitores. Que tal relembrar alguns casais apaixonantes da ficção?

Seja pela química explosiva entre os atores que compõem o par romântico, pela trama em si ou pela junção destes e outros fatores, eles arrebataram a torcida da audiência. E como foi bom perceber que o amor se sobressaiu no capítulo final.

Assim sendo, a nossa intenção ao publicar esta coluna especialmente hoje é aquecer aos corações. Vamos a nossa lista?

1 – Nando e Milena (Por Amor, 1997)

Nando e Milena assumiram o protagonismo romântico de Por Amor (Imagem: Divulgação / Globo)

Para começar a nossa lista com casais apaixonantes, vamos citar Nando e Milena, de Por Amor. Paralelamente aos conflitos gerados pela emblemática troca de bebês, os personagens de Eduardo Moscovis e Carolina Ferraz assumiram o protagonismo romântico da história.

A sensualidade transbordava nas cenas em que eles contracenavam juntos. Foi o que aconteceu, por exemplo, quando o casal, em meio a uma viagem de helicóptero, decide tomar um banho de chuva.

Tanto amor foi potencializado por uma trilha sonora chiclete. Algumas pessoas podem até não se lembrar que a música é de Vanessa Rangel, mas com certeza sabem cantarolar um trecho de Palpite. Afinal de contas, “tô com saudade de você, debaixo do meu cobertor”…

Não à toa, o público torceu pelo casal nas cinco vezes em que a trama de Manoel Carlos foi exibida. Percebendo que poderia repetir o frisson, a Globo convidou Moscovis e Carolina para protagonizar o remake de Pecado Capital, ainda em 1998.

2 – Raí e Babalú (Quatro Por Quatro, 1994)

A química entre Raí e Babalú – ou Marcello e Letícia – transbordou a ficção (Imagem: Divulgação / Globo)

Outro casal que arrebatou a torcida – e o coração – do público foi formado pelo mecânico Raí e a manicure Babalu, de Quatro Por Quatro. Vale dizer que a química entre Marcello Novaes e Letícia Spiller foi tão explosiva que transbordou a ficção.

A novela de Carlos Lombardi marcou o início de um relacionamento, que culminou no nascimento de Pedro Novaes. Hoje em dia, apesar de estarem separados há 20 anos, os dois permanecem amigos. Prova disso é que aceitaram reviver o par romântico em Sol Nascente (2016).

Mas, voltando a novela onde tudo começou, o mecânico e a manicure formavam o único dos quatro casais protagonistas que realmente se amavam. Tanto é que somente eles terminaram juntos na trama.

Antes do final feliz, porém, muitas brigas. Mulherengo, Raí chegou a ser flagrado com outra na cama do casal. Ela, apesar de extremamente ciumenta, sempre o perdoava. Em suma, eles se amavam de uma maneira peculiar. Cada desentendimento era seguido por uma reconciliação caliente.

3  – Otávio e Diná (A Viagem, 1994)

Por reencontro amoroso, público torceu pela morte de Diná (Imagem: Divulgação / Globo)

Uma relação que começou conturbada. Mas que, com o decorrer dos capítulos, se transformou em uma história de amor capaz de superar até mesmo a própria morte. Assim pode ser definido o envolvimento entre Otávio e Diná em A Viagem (1994).

No início do remake de Ivani Ribeiro, os personagens de Christiane Torloni e Antônio Fagundes vivem um conflito. Tudo porque o advogado Otávio atua na condenação de Alexandre (Guilherme Fontes), irmão de Diná, que matara um homem. Revoltado, o rebelde acaba se suicidando no presídio.

Com o passar do tempo, porém, o sentimento que Diná nutre por Otávio se transforma. Os dois acabam se acertando, mas o advogado morre. Como a novela tratava da temática espírita, eles passam a viver um amor transcendental. Quando Diná também falece, o casal se reencontra em outro plano.

“Lembro de uma coisa bastante engraçada, que era a única novela que o público torcia para a mocinha morrer, porque acabava encontrando o Otávio no céu”, recordou Antônio Fagundes, em depoimento para Guilherme Fontes, no Encontro.

4 – Olavo e Bebel (Paraíso Tropical, 2007)

Em Paraíso Tropical, Olavo e Bebel viveram amor cafajeste (Imagem: Divulgação / Globo)

Na nossa lista de casais apaixonantes, os dois próximos personagens certamente possuem muita “catiguria”. Com uma história inspirada no clássico Uma Linda Mulher, Olavo (Wagner Moura) e Bebel (Camila Pitanga) viveram um amor cafajeste, que conquistou o público.

Depois de passar uma noite com Bebel, o sisudo e arrogante empresário não consegue mais esquecer a prostituta e passa, então, a encontrá-la com frequência. A prostituta, por sua vez, sonha em abandonar o calçadão de Copacabana.

Apesar de amá-la, Olavo resistia a ideia de assumir o romance publicamente. A situação se reverte quando ela finge que irá se mudar para a Europa, acompanhando um cliente rico.

A certa altura de Paraíso Tropical, ela faz de tudo para se tornar uma pessoa refinada. Seus esforços incluem, inclusive, aulas de etiqueta. Os noveleiros de plantão não se esquecem da cena em que ela se limita a dizer: “Que boa ideia um casamento primaveril em pleno outono”.

5  – Lucas e Jade (O Clone, 2001)

Jade e Lucas enfrentaram obstáculos antes do final feliz (Imagem: Divulgação / Globo)

Para finalizar, vamos relembrar a história de amor entre Jade (Giovana Antonelli) e Lucas (Murilo Benício). Até o final feliz, no desfecho de O Clone, eles enfrentaram diversos obstáculos.

O primeiro conflito veio por conta dos costumes muçulmanos. O tio da protagonista, Ali (Stênio Garcia) é um defensor ferrenho das tradições e se empenha em arranjar um bom casamento para as mulheres da família.

Enquanto Jade se une a Said (Dalton Vigh), Lucas também refaz sua vida no Brasil ao lado de Maysa (Daniela Escobar). Vinte anos depois, o casal apaixonado se reencontra no Rio. Eles então, se veem diante de novos percalços que os impedem de ficarem juntos.

Editor e colunista do RD1, Duh Secco alerta para o fato de que a reexibição da novela pelo canal Viva fez com que alguns espectadores passassem a classificar a relação como tóxica.

Isso porque o casal passa boa parte do tempo brigando. Também há quem acredite que Lucas não tome atitude. Concorde você ou não, é interessante como uma trama pode ser ressignificada quando assistida em outra época.

Gostou da nossa lista de casais apaixonantes?

Para que outros casais apaixonantes de novela você torceu? Nas redes sociais do RD1 ou nos comentários deste post, o espaço para a discussão está aberto. Mas lembre-se: vale até discutir. Mas sempre com muito amor! Feliz Dia dos Namorados <3

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