Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medida oficial da inflação foi divulgado na quarta-feira (10). O resultado de maio da deflação na Região Metropolitana de Salvador (RMS) foi divulgado na quarta-feira (10), no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja panorama do IPCA de maio em todo Brasil
A pesquisa revelou que em maio de 2020 a deflação se aprofundou para -0,47%. O número ficou bem abaixo da deflação registrada em abril (-0,16%) e também menor que o índice de maio de do ano passado (0,11%).
A deflação verificada em maio na RMS foi mais intensa do que a registrada no país como um todo (-0,38%). Considerando todos os meses, foi a maior deflação da RMS em cerca de seis anos, desde julho de 2014, quando o índice registrado foi de -0,61%.
A queda, embora expressiva, foi concentrada em três dos nove grupos de produtos e serviços que compõem o IPCA: transportes (-4,11%), vestuário (-1,14%) e habitação (-0,19%). Os demais registraram alta.
Por deflação entende-se o processo inverso à inflação, o que na prática revela diminuição do índice de preços para o consumidor. Deflações prolongadas podem gerar recessão. Os consumidores compram menos e por consequência as empresas também produzem menos.
Variação do IPCA no mês de maio, na RMS
IBGE
Inflação em famílias de baixa renda
Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação das famílias com menores rendimentos, ficou em -0,30% em maio, abaixo tanto do -0,12% registrado em abril deste ano quanto do 0,11%, de maio de 2019, mas mostrando uma queda bem menor do que o IPCA (-0,47%).
De janeiro a maio de 2020, o INPC está em 0,34% na RMS, bem acima do registrado no país como um todo (0,06%). Já nos 12 meses terminados em maio, ficou em 1,75%, abaixo do nacional (2,05%) e desacelerando frente aos 12 meses encerrados em abril (2,46%).
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